A Disney Animation tem estreia marcada para 25 de novembro de 2026 com “Hexed”, sobre uma adolescente que descobre ter poderes mágicos e entra em um reino oculto de bruxas, onde encontra segredos da própria família.
O projeto foi selecionado pelo programa ampliado de crédito fiscal para cinema e televisão da Califórnia — informação relevante porque explica parte da economia por trás do lançamento e da decisão de produzir no estado.
A reação previsível veio de comentaristas cristãos conservadores, que voltaram a levantar objeções à presença de temas de bruxaria em entretenimento infantil. É a repetição de um ciclo que a indústria conhece bem, de “A Bela Adormecida” a “Harry Potter”.
O que mudou desde os ciclos anteriores é o entorno. O lançamento chega em um ano em que o próprio Vaticano trata publicamente do aumento de casos ligados a ocultismo e esoterismo, e em que a bruxaria já é categoria de varejo com crescimento medido. A polêmica de estreia, dessa vez, cai num terreno bem mais povoado.
“A polêmica de estreia é velha. O que mudou é o terreno em que ela cai.”— Síntese da apuração — Chaos Society
Cada polêmica dessas move o mercado inteiro
Lançamentos de grande público funcionam como porta de entrada: historicamente, cada onda pop foi seguida de alta em busca, curso e livro.
Para quem produz conteúdo no setor, novembro de 2026 já é data marcada no calendário.